sábado, 22 junho 2024
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Educação eleva a qualidade de vida de comunidades da agricultura familiar

Não é apenas sobre merenda. Ao adquirir produtos da agricultura familiar, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), o governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE), acaba promovendo a melhoria da qualidade de vida das comunidades de agricultores.

Na manhã desta terça-feira, 7, o produtor Nonato  Santos da Rocha, presidente da Associação Quinoá, localizada no ramal de mesmo nome, na região do Baixa Verde, realizava  na escola José Ribamar Batista (Ejorb), mais uma entrega de alimentos da agricultura familiar.

Entre os produtos fornecidos estavam alface, banana, macaxeira, abóbora, melancia, pepino e cheiro-verde. Segundo Nonato Santos, na segunda-feira, 6, foram entregues alimentos da agricultura familiar em 14 escolas e nesta terça-feira outras 14 escolas foram contempladas.

Na manhã desta terça-feira, 7, o produtor Nonato Santos entregou produtos na Escola José Ribamar Batista. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“Participar desse programa é de suma importância, porque agrega valor aos nossos produtos e, com isso, os nossos produtores conseguiram melhorar a qualidade de vida de uma maneira geral”, destaca.

A SEE faz o pedido direto para a associação, que aciona os produtores. Estes, por sua vez, fazem a coleta dos produtos e levam até a sede da associação, que faz a entrega na escola. Ao todo, 32 produtores fazem parte da Associação Quinoá.

“Eu não tenho nem como falar. A minha vida, do ano passado para cá mudou 100%. Hoje a gente pode ter um dinheirinho no bolso, sem falar da valorização dos produtos, que são de excelente qualidade. Para se ter uma ideia, tem produtor que já comprou o seu veículo, que já conseguiu fazer a reforma da casa”, conta o representante da associação.

Nonato Santos: dinheiro no bolso e valorização da produção. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A chefe da Divisão de Nutrição Escolar da SEE, Lorena Lima, também destaca a importância do programa para os agricultores familiares. “A gente consegue proporcionar aos alunos um produto muito mais fresco e de qualidade, porque vêm próximo daqui, da nossa região, sendo mais nutritivo”, afirma.

“Trata-se de uma valorização de ambos os lados. A gente consegue proporcionar uma melhor qualidade da alimentação para os nossos alunos e, ao mesmo tempo, incentivar a produção e a agricultura local”, enfatiza.

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