domingo, 14 abril 2024 - 7:01
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Governo do Acre inaugura sede da Secretaria da Mulher na próxima terça

O governo do Acre inaugura, na próxima terça-feira, 21, às 15 horas, a sede da Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), localizada na Travessa João XXIII, nº 1137, Village Wilde Maciel, em Rio Branco. O local, que conta com sala para acolhimento psicológico com espaço infantil, enfatiza mais um marco na promoção dos direitos das mulheres.

Estrutura foi pensada para atender bem atender a quem se dirigir à pasta. Foto: Franklin Lima/Semulher

A sede da Semulher surge para enfatizar a importância da pasta, reimplantada no início de março, como agente essencial na coordenação e fortalecimento de iniciativas destinadas a promover os direitos e o bem-estar das mulheres no Acre.

De acordo com a secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, o espaço representa mais que uma obra arquitetônica, um local seguro e inclusivo a toda as mulheres do Acre. “Esta não é apenas uma construção física, mas um símbolo do compromisso do governador Gladson Cameli em proporcionar um ambiente onde as mulheres se sintam respeitadas, ouvidas e apoiadas. Queremos que esta sede seja um centro de referência para a luta pelos direitos das mulheres”, afirma.

A sede abrigará diversos serviços e programas, desde espaços para acolhimento inicial a cursos de capacitação profissional, criando um ambiente multifuncional que atende às diferentes necessidades das mulheres. Além disso, a inauguração faz parte das mais de 80 ações integradas que serão realizadas nos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher.

Os 21 dias de ativismo é alinhado ao cenário internacional dos 16 dias de ativismo, que começa em 25 de novembro, Dia Internacional de Luta Contra a Violência à Mulher, e se estende até 10 de dezembro, Dia Internacional de Direitos Humanos. No contexto brasileiro, inicia-se no dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, reconhecendo que mulheres negras enfrentam violência tanto por sua condição de gênero quanto pelo racismo, além de serem as maiores vítimas de feminicídio, representando 61,2% dos casos. Por isso, amplia-se a duração da campanha para 21 dias.

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