Testemunhas indicaram que o crime foi cometido por integrantes de uma facção criminosa como forma de “disciplina” contra a vítima, afastando a possibilidade de linchamento popular. A Polícia Civil apura se a morte foi uma execução ordenada ou uma retaliação baseada nos boatos de que Yara teria matado a própria filha. A vítima tentou fugir, mas foi capturada e brutalmente espancada na rua. A polícia segue coletando depoimentos e pede que imagens do crime sejam enviadas anonimamente para auxiliar na investigação.
O delegado Alcino Júnior afirmou que não há indícios de que Yara tivesse pedido medidas protetivas contra o pai da criança e que o caso não se enquadra como feminicídio, pois a motivação não estaria relacionada ao gênero da vítima. O delegado Leonardo Ribeiro informou que alguns suspeitos já foram identificados, mas detalhes não podem ser divulgados para não comprometer a investigação. A Polícia Civil também iniciou um inquérito separado para apurar o desaparecimento da criança, tratando-o como um caso distinto do homicídio.