sábado, 13 julho 2024

Prefeitura de Rio Branco inicia distribuição de vacina bivalente nas Uraps. Veja quem pode tomar

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), iniciou na manhã desta segunda-feira (27) a distribuição das vacinas bivalentes Pfizer-BioNTech às Unidades de Referência em Atenção Primária, Uraps.

Esse é o cumprimento do cronograma do Ministério da Saúde (MS), que inicia a campanha de vacinação contra a covid-19 com a vacina bivalente nos grupos prioritários com duas doses monovalentes prévias.

O prefeito Tião Bocalom pede que a população se vacine, pois ela cobre mais de uma variante da covid-19. “Fiquem tranquilos que nossa equipe está pronta para recebê-los nas unidades de saúde”.

De acordo com o PNI (Programa Nacional de Imunização), em Rio Branco o público-alvo neste momento é de 85.274 pessoas, composto por:

  • Pessoas acima de 12 anos vivendo em instituições de longa permanência;
  • Indígenas acima 12 anos;
  • Trabalhadores da Saúde;
  • Gestantes e Puérperas;
  • Ribeirinhos acima de 12 anos;
  • Pessoas Imunocomprometidas acima de 12 anos;
  • Idosos de 60 anos ou mais;
  • Pessoas com deficiência permanente acima de 12 anos;
  • População Privada de Liberdade ou cumprindo medidas socioeducativas;
  • Funcionários do Sistema prisional.

“Para a capital Rio Branco foi destinado na sexta-feira, 2.004 doses, o estado que tem a cautela delas e vai repassando conforme as nossas necessidades”, afirmou o gerente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, Nésio Carvalho.

Considerando a necessidade de atualização dos esquemas de vacinação e realização das doses de reforço com a vacina bivalente, o Ministério da Saúde recomenda que todas as orientações sejam seguidas na íntegra.

As vacinas bivalentes estão recomendadas apenas para os grupos prioritários e indicadas para faixa etária acima de 12 anos. O intervalo para a dose de reforço bivalente é de 4 meses e indivíduos que não fazem parte do grupo prioritário devem continuar seu esquema vacinal com a vacina monovalente disponível nas unidades de saúde.

O gerente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, explicou como acontecerá a vacinação daqueles que fazem parte do grupo prioritário, mas que não podem se locomover até uma unidade de saúde.

“Os agentes de saúde têm por dever de função fazer essa triagem de pessoas acamadas, pessoas que não podem ir até a unidade se vacinar, mediante esse levantamento, a unidade aciona e a pessoa será imunizada”, explicou Nésio Carvalho.

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