sábado, 20 abril 2024 - 20:39
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Contra a privatização do saneamento, Petecão é convidado para discutir o tema na ONU.

Em missão oficial aos Estados Unidos, representando o Senado Federal, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) participa nesta semana, na sede da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova Iorque, da Sessão Ordinária do Grupo de Parlamentares da América Latina e do Caribe.

O evento teve início nesta segunda-feira, 13, e tem como temática principal o Acesso à Água Potável e ao Saneamento como um Direito Humano para todas as pessoas. A reunião do Grupo de Parlamentares da América Latina e do Caribe se encerra na terça-feira, dia 14, e deverá trazer repercussões a nível global.

Parlamentar atento às discussões de matérias que tratam do meio ambiente e do saneamento público no Brasil, Sérgio Petecão defende que é preciso eliminar o desperdício, adotar práticas sustentáveis e investir no futuro das novas gerações.

“Precisamos encontrar soluções urgentes para o problema das mudanças climáticas e da escassez de água potável. Esse é um problema que atinge a todos nós, assim como a questão da falta de saneamento”, diz ele.

Para Sérgio Petecão, os países ricos precisam assumir compromissos e contribuir efetivamente para a proteção da Amazônia, respeitando, acima de tudo, a soberania nacional brasileira e a dignidade de toda a população que vive na região.

“Água é vida, é saúde, é dignidade, e nós já estamos cansados de saber disso. No entanto, o acesso à água potável e ao saneamento é um direito de todo cidadão que infelizmente não vem sendo respeitado em nosso país. Estamos aqui justamente para fazer com que esse direito saia do papel e se transforme em políticas públicas e práticas ambientalmente sustentáveis que venham mudar a realidade da nossa população”, finaliza o senador.

Senador é contra a privatização do sanemento básico e abastecimento

Em 2020, quando o Senado Brasileiro aprovou o novo marco regulatório para as políticas de saneamento básico e abastecimento, Sérgio Petecão se posicionou contra a privatização desses serviços, o que passou a ser permitido com a nova lei.

À época o senador sofreu duras críticas por ser contra a privatização. O argumento dele foi de que outros serviços básicos que foram privatizados tornara-sem caros e a oferta não teve melhoras significativas.

“Caso o sanenamento básico e o abastecimento de água sejam privatizados a população de baixa renda corre o risco de não ter como pagar por esses serviços. Essa também é uma preocupação que as instituições mundiais estão tendo, e essa discussão nós também queremos fazer aqui. Nossa defesa é que todas as pessoas tenham acesso aos serviços básicos, independente da classe social ou nível de renda”, garante o senador.

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