sábado, 20 abril 2024 - 20:32
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Gladson responde perguntas sobre a operação Ptolomeu durante entrevista ao UOL

O governador Gladson Cameli foi entrevistado, na tarde desta sexta, 14, ao vivo por jornalistas do UOL. Respondeu perguntas sobre a operação Ptolomeu, esclarecendo que se trata de uma investigação que corre em segredo de justiça, portanto evitaria qualquer declaração para não passar a ideia de que esteja atrapalhando as investigações. No entanto respondeu às perguntas baseadas no relatório da Polícia Federal.

 “Quem é gestor público deve estar sempre preparado para enfrentar situações como essas. Mas posso afirmar que respeito todas investigações, confio na Justiça, e que onde houverem dúvidas estarei pronto para esclarecê-las. Vou passar a limpo essas situações e mostrar para a sociedade do Acre e do Brasil a verdade sobre os fatos”, disse ele.

Indagado se a Operação poderia ter origem em interesses políticos, Gladson respondeu:

“Procuro não politizar esse tipo de situação e não vou querer achar um culpado. Mesmo porque o exemplo tem que partir da minha pessoa. Não criarei problemas para atrapalhar as investigações. A Polícia Federal tem todo o meu respeito porque cumpre um papel fundamental para o Brasil fortalecendo a nossa democracia. Quem não deve não teme”, garantiu Cameli.

O governador também esclareceu a “suposição” de um depósito 70 mil na sua conta comentado por dois empresários numa gravação telefônica.

“Quando há um processo de investigação e alguém cita o nome do governador automaticamente ele passa a ser investigado. Por isso, estou esperando concluir a investigação para mostrar à sociedade que não aceito nenhum tipo de irregularidade no meu governo. Tanto é assim que criei a Delegacia Anticorrupção. E sempre pedi que os órgãos de fiscalização e controle estivessem presentes no estado para nos ajudar em todos os processos licitatórios que envolvam recursos públicos”, esclareceu.

Um outro ponto destacado pelo governador ao UOL é que os seus advogados estão acompanhando todo o processo.

“Essa investigação, pelo que entendi, vem desde 2018 e envolveu dois assessores que trabalhavam comigo desde o Senado e tinham procuração para tratarem de meus assuntos pessoais. Quanto ao aumento do meu patrimônio atribuo isso à inflação. Um carro que

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